debatesdequinta » bahia http://debatesdequinta.com a atualidade baiana em questão. Sat, 21 Jun 2008 03:03:50 +0000 http://wordpress.com/ pt-br hourly 1 http://www.gravatar.com/blavatar/d9e8a2cf5958f6e3b34ae48eba7b5e01?s=96&d=http://s.wordpress.com/i/buttonw-com.png debatesdequinta » bahia http://debatesdequinta.com Editais em debate na Facom http://debatesdequinta.com/2008/05/14/editais-em-debate-na-facom/ http://debatesdequinta.com/2008/05/14/editais-em-debate-na-facom/#comments Wed, 14 May 2008 17:15:14 +0000 natimprota http://facomdebate.wordpress.com/?p=167 ]]>

Fonte: Blog Plug Cultura

“Políticas públicas da cultura no estado da Bahia: a política de editais” é o tema do debate convocado pelos estudantes da Faculdade de Comunicação – Facom, da UFBa. Na mesa estarão a Diretora da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Gisele Nussbaumer e o ator e jornalista Gideon Rosa.

Os números justificam a pauta:

Na Bahia, os valores investidos na cultura por meio de editais subiram de R$ 2 milhões no ano passado para mais de R$ 20 milhões este ano, principalmente através do Fundo de Cultura. O crescimento acompanha a política do Ministério da Cultura, que elevou os valores disponíveis por editais de R$ 22 milhões, em 2002, para R$ 216 milhões, em 2007, segundo dados do Observatório dos Editais. A modalidade também tem sido crescente na iniciativa privada. Segundo dados divulgados por Alfredo Manevy, Secretário de Políticas Culturais do MinC, nos últimos dois anos, as empresas privadas aumentaram em 36% o uso de editais em seus patrocínios.

Quando: amanhã, dia 15, às 11h.
Onde: Auditório da Faculdade de Comunicação da UFBA, no Campus de Ondina.

Etiquetas: cultura na Bahia, editais, politicas culturais, Ufba

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http://debatesdequinta.com/2008/05/14/editais-em-debate-na-facom/feed/ Nati Improta
Políticas públicas da cultura no estado da Bahia: a política de editais - 15/05/08 http://debatesdequinta.com/2008/05/14/politicas-publicas-da-cultura-no-estado-da-bahia-a-politica-de-editais/ http://debatesdequinta.com/2008/05/14/politicas-publicas-da-cultura-no-estado-da-bahia-a-politica-de-editais/#comments Wed, 14 May 2008 16:37:40 +0000 natimprota http://facomdebate.wordpress.com/?p=163 ]]>

Os editais estão em pauta na atual política cultural do país e, na Bahia, não é diferente. Visando, então, debater e discutir a produção cultural baiana e as políticas públicas de apoio a ela, a série “Debates de Quinta” traz para a edição do dia 15/05/2008 o tema “Políticas públicas da cultura no estado da Bahia: a política de editais”.

Para compor a mesa de debate, teremos a presença da Diretora da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Gisele Nussbaumer e o ator e jornalista Gideon Rosa.

A série “Debates de Quinta” é idealizada e produzida pelos alunos da disciplina Comunicação e Atualidades II, sob a orientação da Professora Lia Seixas.

O debate será realizado nesta quinta-feira, 15 de maio, às 11h, no auditório da Faculdade de Comunicação da UFBA.

*Os participantes receberão certificado de extensão.

O que: “Debates de Quinta” - Políticas públicas da cultura no estado da Bahia
Onde: auditório da Faculdade de Comunicação da UFBA
Quando: dia 15/05/2008

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Mais um capítulo: PT E PMDB http://debatesdequinta.com/2008/04/09/mais-um-capitulo-pt-e-pmdb/ http://debatesdequinta.com/2008/04/09/mais-um-capitulo-pt-e-pmdb/#comments Wed, 09 Apr 2008 22:00:12 +0000 kamui http://facomdebate.wordpress.com/?p=80 ]]>

Fonte: BahiaNotícias

A saída do PT da base do prefeito João Henrique continua sendo o assunto discutido esta semana entre os setores políticos. Em entrevista ao jornal “A Tarde”, ao repórter  Sílvio Ribas, o governador Jaques Wagner disse  acreditar que a aliança entre PT e PMDB tomou proporções nacionais que garantirão a união dos dois partidos ainda por um longo tempo. O governador ressalta também que as divergências que possam ocorrer na sucessão municipal deste ano, em vários municípios da Bahia, devem ser encarado com naturalidade, e com cautela disse que essa união nasceu justamente na Bahia, nas eleições de 2006, e destaca que a reviravolta na política baiana e as peculiaridades da sucessão para prefeito em determinados municípios podem ocasionar a separação dos partidos, mas não um rompimento definitivo.

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Proposta de desenvolvimento http://debatesdequinta.com/2008/03/30/proposta-de-desenvolvimento/ http://debatesdequinta.com/2008/03/30/proposta-de-desenvolvimento/#comments Sun, 30 Mar 2008 23:17:30 +0000 Fernando Duarte http://debatesdequinta.com/2008/03/30/proposta-de-desenvolvimento/ ]]>

Fonte: A Tarde de 29/03/08 – Artigo de José Geraldo dos Reis Santos (Opinião)

 

O debate e a reflexão sobre os caminhos para um novo ciclo de desenvolvimento econômico e social da Bahia precisam romper com a superficialidade de comparações do tipo “a Bahia cresceu mais que o Brasil” ou “a Bahia cresceu menos que o Brasil”. É necessário não apenas desejar um novo ciclo, mas, sobretudo, definir que tipo de movo ciclo interessa à Bahia.

O colunista deste jornal e ex-secretário do Planejamento do Estado Armando Avena vem alternando análises técnicas de aspectos conjunturais da nossa economia com posicionamentos de reafirmação da antiga estratégia de desenvolvimento do Estado. Em artigo publicado no dia 23 de fevereiro, o economista reconhece o fim de um ciclo da economia baiana, entretanto simplifica ao passar a idéia de que, para enfrentar os desafios do desenvolvimento do Estado, o problema maior seria a falta de uma expertise em capturar grandes empreendimentos.

Considero que seria sensato reconhecer as disfunções do modelo de desenvolvimento que ele ajudou a planejar. Entre elas, uma economia altamente concentrada, em que apenas cinco segmentos do industriais respondem por mais de 70% do setor, sendo a Região Metropolitana de Salvador, responsável por 64% do valor adicionado da indústria. Do ponto de vista social, os níveis de exclusão fizeram da Bahia o Estado com maior número (1,4 milhão) de famílias beneficiadas pelo Bolsa Família. Outro aspecto foi a não priorização de investimentos em infra-estrutura e logística; inviabilizando uma maior integração territorial e possibilitando o surgimento de sentimentos separatistas, a exemplo do que vinha ocorrendo no Oeste do Estado.

Pensar o novo ciclo significa criar condições de superação da dinâmica “exógena e espasmódica” da nossa industrialização. O grau de dependência da indústria baiana em relação aos mercados nacional e internacional, o esgotamento das condições que davam suporte à política de guerra fiscal, o crescimento da dívida oriunda das isenções fiscais, cujo valor ultrapassa R$ 1,3 bilhão, evidenciam a complexidade da situação atual e os limites de uma estratégia focada, apenas, em grandes empreendimentos.

O novo ciclo, sem perder de vista a importância dos grandes negócios, tem como diretrizes uma maior desconcentração espacial e setorial da nossa economia, o enfrentamento dos problemas estruturais do semi-árido, a implementação de uma infra-estrutura e logística que funcionem como fator de atração de investimento e que garantam uma maior integração da economia baiana, um maior incremento de inovação tecnológica, o incentivo aos pequenos e médios negócios, o fortalecimento do agronegócio e da agricultura familiar, a melhoria na qualidade dos serviços e a potencialização das políticas de transferência de renda.

Sendo assim, considero que o atual governo está implantando uma estratégia de desenvolvimento que possibilita a constituição de uma nova densidade econômica e social.

 José Geraldo dos Reis Santos – Diretor-geral da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia SEI-Seplan

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http://debatesdequinta.com/2008/03/30/proposta-de-desenvolvimento/feed/ O Amoroso
O MST na Bahia http://debatesdequinta.com/2008/03/15/hello-world/ http://debatesdequinta.com/2008/03/15/hello-world/#comments Sat, 15 Mar 2008 16:13:01 +0000 coletivosls ]]>

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra concretizou na primeira semana de maio de 2000, sua ação mais espetacular desde que foi criado, há quinze anos. O movimento promoveu manifestações em 19 estados e em Brasília. Numa operação relâmpago e inédita, cerca de 5.000 sem-terra ocuparam 12 prédios públicos em 14 capitais. Outros 25.000 realizaram invasões pelo interior e passeatas.

O MST quer forçar o governo a estabelecer uma política de reforma agrária. Na pauta de reivindicações o movimento detalha sugestões de critérios para o acesso à terra, vistorias, desapropriações, assentamentos, créditos para famílias assentadas e para produção e assistência técnica. Além disso, a constituição de programas para infra-estrutura, alterações na legislação da reforma agrária e dos direitos humanos, entre outros itens.

A Bahia possui 600 assentamentos com 40 mil famílias. De acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), são 200 mil pessoas vivendo da produção de suas terras. Porém, a estimativa do órgão é que outras 36 mil famílias estejam na expectativa por um lote. Na outra ocupação do MST no CAB, no prédio do Incra, os manifestantes reivindicam o cumprimento das promessas de melhoria dos acampamentos, com postos de saúde e escolas, e a desapropriação de terras improdutivas.

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